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b2ap3_thumbnail_240_F_71488427_LU0X6Ey7hOZSw8GaW0OzHToky4BRoH4z.jpgEis os riscos que se escondem por trás de uma festa que está se tornando cada vez mais popular entre os jovens.
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b2ap3_thumbnail_viglia-24-10.jpgChegamos ao segundo turno das eleições gerais de 2014 no Brasil. Estamos há três dias das eleições para a decisão final sobre a Presidência da República e sobre governadores em alguns estados. No dia 26 de outubro de 2014, domingo, o povo brasileiro volta às urnas para exercer o seu inalienável direito de votar com base exclusivamente no próprio discernimento.

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b2ap3_thumbnail_250px-NS_Aparecida.pngMaria de Nazaré, Mãe e Mestra de nossa vida cristã, aqui estamos, como filhos e crianças do Evangelho, pedindo que nos ensines a rezar. Permite-nos entrar em tua casa de Nazaré, pois Nazaré é sempre nossa casa! Aqui mesmo, queremos aprender a louvar a Deus! Contigo dizemos "Bendito sejas tu, Senhor do universo! Louvado sejas, Senhor, por aquilo que és, pela tua presença amorosa, maior do que tudo. Nós te reconhecemos, Deus único, Pai de todos, fonte de todo o bem, Senhor de todas as coisas. Tu nos criaste por pura bondade para participarmos de tua obra de amor e nos permites usar todos os bens que nos ofereces. Todo o mundo te louva e agradece. Faze com que nossa vida cante os teus feitos e te chame Bendito".

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Os filhos são o dom mais magnífico do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos próprios pais. A maternidade é a vocação original da mulher, um chamado de Deus que algumas escutam, outras não.

A influencia da mãe na vida dos filhos e eterna - 940x500

A maternidade traz obrigações, pois a influência de uma mãe na mente e no coração dos filhos é muito grande, seja para o bem ou para o mal, e repercutirá nos relacionamentos  destes pelo resto da vida. Autoridade emocional bem trabalhada gera crianças seguras e amadas. Já crianças que não têm laços afetivos bem trabalhados têm tendência a comportamentos destrutivos e infratores na tentativa de reorganizar o caos interior.

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Há um tempo atrás o site Zenit.org, publicou uma reflexão do fundador do “Católicos, voltem para casa”. Neste artigo, você poderá entender um pouco mais sobre este belo movimento, e quem sabe se sentir chamado a começá-lo em sua vida.

 

 

 Tendo em vista a importância desta iniciativa, a editora Cléofas acabou de publicar o livro “Católicos voltem para casa”, escrito por Tom Peterson, o grande idealizador dessa obra. Vale muito a pena você ler e passar para os seus amigos, sobretudo aqueles que hoje se encontram frios na fé, ou afastados da Igreja.

 

Veja:

 

“Graças à campanha Catholics come home, (Católicos, voltem para casa) fundada pelo americano Tom Peterson, mais de 200.000 mil pessoas nos Estados Unidos, entre ateus, ex-católicos e católicos não-praticantes, decidiram voltar ao seio da Igreja para viver e testemunhar a fé católica.

 

Por meio de publicidade em diferentes canais de televisão nos Estados Unidos e da página de internethttp://www.catholicscomehome.org/, também com versão em espanhol, http://www.catolicosregresen.org, dezenas de milhares de pessoas puderam se encontrar com uma mensagem que convida a descobrir a essência do Catolicismo, seu alcance ao longo da história, como também com a felicidade que representa para milhões de crentes ao redor do mundo de viver a fé Católica.

 

Tom Peterson participou semana passada do VII Seminário Profissional para os Gabinetes de Comunicação da Igreja, realizado na Universidade de Santa Croce, em Roma, no qual falou sobre esta campanha nos Estados Unidos.

 

A história desta iniciativa

 

Em conversa com ZENIT, Peterson contou que tudo começou 13 anos atrás quando foi a um retiro espiritual que mudou sua vida. Embora católico praticante, admite que ele teve outras prioridades antes da vivência da fé. Como resolução neste retiro, ele quis frequentar mais os sacramentos, assistir à Missa diária e tornar-se mais íntimo das Sagradas Escritas.

 

Então, ele disse que tinha dois sonhos: um com um bebê que estava sendo sufocado com um travesseiro e outro com a promoção de anúncios para a evangelização católica. “Ambos os sonhos puderam agora tornar-se realidade: meios virtuais e nosso apostolado a favor de vida”, conta Peterson.

 

Em 1997, ele recebeu uma ligação da diocese de Phoenix (Arizona): “Disseram-me: O Santo Papa João Paulo II, para a nova evangelização, quis convidar católicos inativos a voltarem à Igreja para o Jubileu. Você poderia nos ajudar?”, conta Peterson.

 

A este chamado respondeu prontamente. Compreendeu que se tratava do sonho tornando-se realidade e do chamado recebido no retiro: “para usar os talentos que Deus me deu, não para meu próprio benefício, mas para a Igreja”. Assim começou Catholics come home.

 

Começaram a colocar no ar os primeiros anúncios de propaganda e, uma semana meia depois, 3.000 pessoas voltaram à Igreja. Deste modo, Peterson percebeu que deveria dedicar mais horas a esta campanha: “criamos um apostolado leigo de tempo integral, dando cumprimento ao Ensino da Igreja”, disse a ZENIT.

 

Procuraram assessores de todos os tipos: “muitos clérigos, peritos em negócios, teólogos leigos, conhecidos autores católicos, famosos, conferencistas que nos aconselharam e nos ajudaram a ficarmos seguros de que nossa publicidade teria algo a ensinar”, observou Peterson.

 

Projetaram, assim, anúncios de três tipos, em que eles promoviam a fé católica deste modo: os chamados Épicos “que mostram a universalidade da Igreja no mundo”, disse Peterson; advertências em filmes que “convidam as pessoas a aprofundarem-se na relação com Jesus e que falam da Divina Misericórdia”, e outros testemunhos de pessoas que estavam afastadas e voltaram à Igreja Católica.

 

Uma campanha que muda vidas

 

São muitas as histórias de pessoas que se converteram ou que se aproximaram da fé católica e das quais Peterson foi testemunha. Em diálogo com ZENIT, compartilhou a história de algumas delas. O primeiro é um jovem chamado Harrison.

 

“Ele se inscreveu em uma universidade protestante, mas não se aprofundou muito nesta fé; quando visitou nossa página disse: – Isto é exatamente o que eu buscava -. Um ano depois retornou ao Catolicismo e agora se inscreveu na universidade católica Ave Maria, na Flórida”, disse o fundador de Católicos, voltem para casa.

 

Tom Peterson também contou a história de um homem chamado Adrian que mora no Colorado: “Ele nasceu em uma família católica, mas não cresceu nesta fé. Ele deixou a crença e transformou-se em ateu”.

 

“Sua esposa e seus filhos também o eram” disse Peterson. Quando Adrian visitou a página da internet desta campanha, ele quis ver um dos anúncios Épicos. “Ele viu a história, a espiritualidade e os alcances da Igreja Católica e viu que tudo isso fez sentido”, assegura Tom. Adrian voltou à Igreja Católica. Sua esposa e seus filhos também se tornaram católicos.

 

De acordo com as estatísticas, cerca de um milhão de pessoas de 80 países diferentes têm acessado a página desta campanha. “Nós normalmente esperamos que visitem estes anúncios pessoas, por exemplo, da Itália ou Irlanda, porque estes são países católicos, mas nos veem pessoas do Qatar – península arábica – ou de outros países tradicionalmente não-católicos, eu acho isto milagroso”, diz Peterson.

 

Enquanto as mensagens de televisão são transmitidas normalmente durante seis semanas em certa diocese, Peterson contou que, no momento, têm em inglês aproximadamente 25 anúncios diferentes. As campanhas são intensificadas em tempos como Advento, Natal e Quaresma.

 

“Há muitas discussões das pessoas que, por exemplo, falam nos salões de beleza, nos bares, nos ambientes de trabalho; todo mundo tem que ter visto um dos anúncios de Catholics come home e eles falam disto”, diz Peterson.

 

Quem trabalha tem realizado estudos com grupos focados no impacto destas mensagens: Eles investigam a percepção da Igreja antes e depois de ver o comercial. 76% desses entrevistados acreditam que a mensagem é muito positiva e 53% asseguram que eles considerariam voltar à fé católica depois de ver estes anúncios.

 

Uma campanha que cresce a cada dia

 

Assessores e técnicos atualizam constantemente a página da internet. Eles procuram ser mais interativos e implementar uma tecnologia cada vez melhor. Também adaptar e enriquecer os ensinos desta campanha: “Por exemplo, temas sobre a infertilidade, métodos de contracepção, o aborto e a vida, matrimônio e família, anulações matrimoniais, entre outros tópicos”, diz Peterson.

 

Eles também estão trabalhando na implementação da página da internet em espanhol e nas mensagens em polonês. Não só traduzindo o material, mas adaptando-o às respectivas culturas.

 

Deste modo, Peterson está convencido de vivenciar, cada vez mais, os ensinamentos de João Paulo II na exortação apostólica pós sinodal Christi Fidelis Laici: “Quando nós combinamos o conhecimento e a experiência com os talentos que Deus nos deu em um mundo secular, com a fé e a oração e nos permitindo guiar pelo Espírito Santo, nascem frutos milagrosos como este tipo de apostolado e estes resultados”, conclui Peterson”.Andrea Kirk Assaf

 

Fonte:http://www.zenit.org/pt/articles/o-que-ha-por-tras-do-sucesso-da-campanha-catolicos-voltem-para-casa

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b2ap3_thumbnail_Pregacao01.jpg Cyril John, o vice-presidente do ICCRS (Serviços para a Renovação Carismática Católica Internacional) e presidente da Comissão de Intercessão da RCC internacional, no começo da sua segunda colocação deste sábado (27), chamou os intercessores a compartilharem as experiências vividas neste encontro, tanto para os amigos, quanto nos blogs e redes sociais da RCC. Atentou também sobre a forma em que se tem intercedido.

 

 

 

O primeiro questionamento do indiano foi sobre a frequência que devemos ter nas orações. Como São Paulo nos exorta em 1Ts 5, 17, “orem sem cessar”, é preciso que sejamos intercessores o tempo todo. Contudo, coloca-se os afazeres e as ocupações do dia como uma dificuldade e assim se questiona sobre como rezar 24 horas por dia. John exortou dizendo: “oferecei tudo como intercessão”, conforme 1 Co 10,31. Ele ainda partilhou que, em todas as manhãs, ele acorda e diz a Deus: “Senhor, eu ofereço tudo o que eu fizer para a sua glória”.

 

O pregador alertou ainda que, sempre que for possível, é preciso que se ore e também se aprenda a rezar. Em momentos em que se está cozinhando, tomando banho, no ponto de ônibus ou com insônia, é válido que se aproveite para rezar. “Nosso coração precisa estar desejoso pela intercessão, temos que querer estar aberto e receber desta graça”, motivou.

 

Segundo Cyril John, existem várias formas de se interceder, uma delas é a oração tradicional. Outra forma é a oferta como os terços, missas, jejuns e uma das mais belas formas, que é o sofrimento, quando se oferece a dor por uma intenção terceira. Temos também o Cerco de Jericó que “é uma arma muito poderosa na batalha espiritual”, afirmou citando Js 6, 1-5.

 

O pregador citou a experiência vivida pelo grupo “40 dias pró-vida” que vai orar em frente a clínicas de aborto, conseguindob2ap3_thumbnail_Pregacao02.jpg fechar muitos estabelecimentos e salvar muitas vidas através do poder da oração. Cyril ainda partilhou da experiência da Escola de intercessores, onde propôs aos alunos a vivência de ir ao local interceder.

 

Mas, além do se colocar a serviço, é preciso ter fé. “A pessoa sem fé não alcança nada”, exortou Cyril, “e um intercessor precisa clamar com fé”. Mesmo que a fé seja do tamanho de um grão de mostarda, mas for verdadeira, ela será capaz de mover montanhas.

 

Jesus deseja operar milagres, proclamou o indiano, mas é necessário que Ele veja a nossa fé e pode ser a maior montanha que exista naquele lugar, Ele a irá mover, mas pela sua crença no que se pede. “É necessário crer na Palavra e orar com fé”, confirma Aldora Souza Marcelino, do Grupo de Oração Águas Profundas da Paróquia Verbo Divino, Santo Amaro/SP.

 

O pregador também ensinou que a oração com fé precisa ser expectante. E que ter fé é orar com expectativa, seja qual for o pedido, saber que ele será alcançado. “Muitas vezes não somos atendidos pois a nossa oração tem carecido dessa certeza de que ela será alcançada. As curas, os milagres e as libertações irão acontecer a partir do momento em que a intercessão for verdadeira e com fé, pois Deus está desejoso de responder aos nossos pedidos”, afirmou. Confirmação ressaltada pela intercessora do GO Águas Profundas, Santo Amaro/SP, Josimeiri Sacco Macciantelli: “Tive a certeza de que Deus me ouve, está atento a minha oração, tem poder para atende-la e quer isso, só precisamos pedir com fé”.

 

 

 

Finalizando sua pregação, disse que o intercessor profético precisa ter fé e acreditar naquilo que Deus pode fazer a vontade de Deus. A partir do pedido esperançoso de um intercessor, pode se manifestar ainda mais o poder de Deus e se contemplar a vontade do Senhor, que é realizar maravilhas na vida daqueles que o pedem. “O intercessor profético com fé é possível mover montanhas e não é simbolicamente, é preciso crer e Deus fará”, finalizou.

 

Fonte: RCC Brasil.

 

 

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O Papa Francisco celebrou a Missa na Casa Santa Marta nesta segunda-feira, 29, destacando na homilia a luta dos anjos contra o mal. Segundo Francisco, satanás nos apresenta coisas como se fossem boas, mas sua intenção é destruir o homem. Os anjos, porém, defendem o homem nessa luta.

 

 

 

Francisco focou-se nessa reflexão no dia em que a Igreja celebra a festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael. As leituras do dia apresentam imagens fortes, disse o Papa, como a visão da glória de Deus contada pelo profeta Daniel e a luta do arcanjo Miguel e seus anjos contra o diabo.

 

Acesse

.: Outras homilias do Papa Francisco

 

Em sua homilia o Santo Padre concentrou-se na luta que é travada entre o demônio e Deus, o que aconteceu depois que satanás tentou destruir a mulher que estava para dar à luz seu filho. E explicou que satanás sempre procura destruir o homem.

 

“Desde o início, a Bíblia nos fala disto: desta sedução de satanás para nos destruir. Talvez por inveja. Nós lemos no Salmo 8: ‘Tu fizeste o homem superior aos anjos’, e aquela inteligência tão grande do anjo não podia levar nos ombros esta humilhação, que uma criatura inferior fosse feita superior a ele; por isso procurava destruí-lo”.

 

O Pontífice destacou que os muitos projetos de desumanização do homem, exceto os próprios pecados, são obras de satanás, simplesmente porque ele odeia o homem. Citando o livro de Gênesis, o Papa recordou que satanás é astuto; apresenta as coisas como se fossem boas, no entanto, sua única intenção é a nossa destruição. E que o homem pode contar com o auxílio dos anjos.

 

“Os anjos nos defendem. Defendem o homem e defendem o Homem-Deus, o Homem superior, Jesus Cristo, que é a perfeição da humanidade. Por isso a Igreja honra os anjos, porque são aqueles que estarão na glória de Deus – estão na glória de Deus – porque defendem o grande mistério oculto de Deus, isto é, o Verbo que veio em carne”.

 

A tarefa do povo de Deus, segundo o Papa Francisco, é proteger em si o homem Jesus, porque é o homem que dá vida a todos os demais. Em vez disso, satanás inventa, em seus projetos de destruição, explicações humanistas que vão contra o homem, contra a humanidade de Deus.

 

A luta é uma realidade cotidiana na vida cristã, reconheceu o Pontífice, mas ele lembrou que Deus deu um ofício principal aos anjos: lutar e vencer. Francisco convidou os fiéis a rezarem aos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael para que continuem a lutar para defender o maior mistério da humanidade: o Verbo que se fez Homem, morreu e ressuscitou. “Este é o nosso tesouro. Rezemos para que eles continuem a lutar para protegê-lo”.

 

Fonte: rádio Vaticano.

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Francisco falou aos fiéis sobre a necessidade de escutar a Palavra de Deus e colocá-la em prática

 

Da Redação, com Rádio Vaticano

 

A vida cristã é “simples”: escutar a Palavra de Deus e colocá-la em prática, não limitando-se a “ler” o Evangelho, mas perguntando-se de que modo as suas palavras falam à própria vida. Essa foi a reflexão do Papa Francisco na Missa celebrada nesta terça-feira, 23, na Casa Santa Marta.

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Santo Padre fala da necessidade de ouvir a Palavra de Deus com os ouvidos e com o coração / Foto: L’1Osservatore Romano

 

O Pontífice destacou que as palavras de Jesus eram novas e tocavam o coração; nelas muitos percebiam a força da salvação e por isso a multidão seguia Jesus. Havia também aqueles que seguiam Jesus por conveniência, sem pureza de coração, fato que acontece ainda hoje. Mas Jesus continuava a falar à multidão; para Ele, todos que escutam a Palavra de Deus e a colocam em prática são sua mãe e seus irmãos, como relata o Evangelho do dia.

 

“Estas são as duas condições para seguir Jesus: escutar a Palavra de Deus e colocá-la em prática. Esta é a vida cristã, nada mais. Simples, simples. Talvez nós a tenhamos feito um pouco difícil, com tantas explicações que ninguém entende, mas a vida cristã é assim: escutar a Palavra de Deus e praticá-la”.

 

Para escutar a Palavra de Deus basta abrir a Bíblia, explicou Francisco. Mas ele fez a ressalva de que as páginas do Evangelho não devem ser lidas, devem ser escutadas, o que significa ler o que está escrito e perguntar-se: “o que isto diz pra mim, para o meu coração? O que Deus está dizendo pra mim com esta Palavra?”. Trata-se de escutar a Palavra com os ouvidos e com o coração, uma atitude que, segundo o Papa, muda a vida.

 

“Abrir o coração à Palavra de Deus. Os inimigos de Jesus escutavam Sua Palavra, mas estavam próximos para procurar encontrar um erro, fazê-Lo deslizar e perder a autoridade. Mas nunca se perguntaram: ‘o que Deus me diz nesta Palavra?’. E Deus não fala só a todos: sim, fala a todos, mas fala a cada um de nós. O Evangelho foi escrito para cada um de nós”.

 

Francisco reconheceu que colocar em prática o que se escutou da Palavra não é tarefa fácil, porque é mais fácil viver tranquilamente sem preocupações com as exigências da Palavra de Deus. Mas pistas concretas para fazer isso são os Mandamentos, as Bem-Aventuranças, contando sempre com a ajuda de Jesus, mesmo quando o coração escuta, mas finge não entender.

 

“O Senhor sempre semeia sua Palavra, pede somente um coração aberto para escutá-la e boa vontade para colocá-la em prática. Por isto, então, a oração de hoje, que é aquela do Salmo: ‘Guiai-me, Senhor, no caminho de vossos preceitos!’, isso é, no preceito da tua Palavra para que eu aprenda com a tua condução a colocá-la em prática”.

 

fonte: rádio Vaticano

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b2ap3_thumbnail_oracao.jpgOs Grupos de Oração da Renovação Carismática Católica têm se tornado muito mais que um agrupamento de pessoas, e sim um local de encontro pessoal com Cristo, e de vivência da graça do Batismo no Espírito Santo. Um Grupo de Oração verdadeiramente dócil ao Espírito Santo deve cultivar um profundo amor à Palavra de Deus.

 

A Bíblia não deve ser utilizada somente no momento da pregação, devemos incentivar os participantes de nossos grupos a orar com a Palavra, pois ela irriga nossa vida espiritual. Sem a Palavra nossa espiritualidade fica estéril e na maioria das vezes sem frutos.

 

A segunda carta de São Paulo a Timóteo, no capitulo 3, 16-17 nos diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, e capacitado para toda boa obra”.

 

A Palavra nos capacita para toda boa obra, incluindo-se aí, a nossa oração pessoal, “ela” nos ajuda a orar. Quando nos aproximamos da Palavra de Deus, devemos fazê-lo com fé expectante, com a certeza de que Deus quer se revelar comunicando-se conosco.  

 

No Grupo de Oração, a leitura de um Salmo, por exemplo, antes do momento de louvor, pode ajudar os participantes a se abrirem à oração. Lê-se o salmo, e depois os participantes vão lendo em voz alta o versículo que mais lhe chamou a atenção.

 

Outra prática que pode ser utilizada é quando espontaneamente e movido pelo Espírito Santo um participante abre ao acaso a Sagrada Escritura e faz a leitura na página em que se abriu, de um ou dois versículos, que naquele momento mais lhe chamou a atenção. Este texto pode, com certeza, dar novo rumo à oração, ou até mesmo confirmar a direção que está sendo seguida.  Chamamos este versículo que nos salta aos olhos, que abrasa nosso coração, de rhema. Ele atualiza a Palavra em nossas vidas, tornando-a atual e vivencial.

 

O rhema move nosso coração, suscita em nós o desejo de responder à Palavra de Deus, nos levando, portanto, a uma maior intimidade com Deus. Neste momento a Palavra deixa de ser algo distante, para se tornar íntima, atual.

 

O Catecismo da Igreja Católica no número 2706 nos diz: “Meditando no que lê, o leitor se apropria do conteúdo lido, confrontando-o consigo mesmo. Neste particular, outro livro está aberto: o da vida. Passamos do pensamento à realidade. Conduzidos pela humildade e pela fé, descobrimos os movimentos que agitam o coração e podemos discerni-los”.

 

Orando com a Palavra de Deus em nossos Grupos de Oração, certamente levaremos os participantes a experimentar profundamente o amor de Deus, que quer se comunicar com cada um. Amigo leitor e colaborador não perca esta oportunidade, Deus quer se revelar a você, procure hoje mesmo um Grupo de Oração.

 

Lázaro Praxedes

 

 

 

Núcleo Nacional do Ministério de Pregação

 

Fonte:  Rcc Brasil.

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Diante do deserto, muitos casais ‘não suportam o caminho’ da vida conjugal e familiar. Perdem o gosto do Matrimônio, pois deixam de buscar água na fonte do Sacramento

 

Kelen Galvan

Da redação

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“Nunca deixeis terminar o dia sem fazer as pazes”. Esse foi o conselho do Papa Francisco aos novo casais, que casaram-se neste domingo, 14, dia da Festa da Exaltação da Santa Cruz.

 

O Santo Padre celebrou a Santa Missa na Basílica de São Pedro, no Vaticano, onde testemunhou a união de 20 casais. A noiva mais jovem do casamento coletivo tinha 25 anos e o noivo mais velho, 56 anos.

 

O Papa afirmou que é normal que os noivos briguem. “Acontece sempre”, porém um pequeno gesto de reconciliação no final do dia faz com que o casal continue a caminhar.

 

 

 

 

O Pontífice explicou que essa narrativa remete o pensamento à família de cada um, em caminho pelas estradas da vida. “É 

b2ap3_thumbnail_papa_casamento2.pngincalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades. As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade”.

 

Ainda sobre a narração bíblica, o Papa lembrou que, a certa altura, o povo israelita ‘não suportou o caminho’. Estavam cansados, faltava a água e comiam apenas o ‘maná’ – um alimento prodigioso dado por Deus, mas que, naquele momento de crise, parecia pouco-. E o povo se lamenta e protesta contra Deus e contra Moisés, questionando por que ele os tirou do Egito?!. Sentem a tentação de voltar atrás e abandonar o caminho.

 

 

 

“Isto faz-nos pensar nos casais que ‘não suportam o caminho’, o caminho da vida conjugal e familiar. A fadiga do caminho torna-se um cansaço interior; perdem o gosto do Matrimônio, deixam de ir buscar água à fonte do Sacramento. A vida diária torna-se pesada e, muitas vezes, ‘nauseante'”, destacou Francisco.

 

E é nesse momento de extravio, indica a Bíblia, que chegam as serpentes venenosas que mordem as pessoas; e muitas morrem. “Esse fato provoca o arrependimento do povo”, comenta o Santo Padre, “que pede perdão a Moisés, suplicando-lhe que reze ao Senhor para afastar as serpentes. Moisés pede ao Senhor, que lhe dá o remédio: uma serpente de bronze, pendurada num poste”. Quem olhar para ela, fica curado do veneno mortal das serpentes.

 

Um símbolo de que Deus não elimina as serpentes, mas oferece um ‘antídoto’, afirma o Papa. “Deus transmite a sua força que cura, ou seja, a sua misericórdia, mais forte que o veneno do tentador”.

 

 

 

b2ap3_thumbnail_papa_casamento3.png O remédio que Deus oferece ao povo vale também e de modo particular para os casais que ‘não suportam o caminho’ e acabam mordidos pelas tentações do desânimo, da infidelidade, do retrocesso e do abandono, explicou.

 

“Também a eles Deus Pai entrega o seu Filho Jesus, não para os condenar, mas para os salvar: se entregarem-se a Jesus, Ele os cura com o amor misericordioso que jorra da sua Cruz, com a força duma graça que regenera e põe de novo a caminhar pela estrada da vida conjugal e familiar”.

 

O Santo Padre afirmou que o amor de Jesus, que abençoou e consagrou a união dos esposos, é capaz de manter o seu amor e de o renovar quando humanamente se perde, rompe, esgota. “O amor de Cristo pode restituir aos esposos a alegria de caminharem juntos. Pois o matrimônio é isso: o caminho conjunto de um homem e de uma mulher, no qual o homem tem o dever de ajudar a esposa a ser mais mulher, e a mulher tem o dever de ajudar o marido a ser mais homem. Este é o dever que tendes entre vós”.

 

Entretanto, salienta o Pontífice, este não é um caminho suave, sem conflitos, não! É uma viagem laboriosa, por vezes difícil e conflituosa, mas isso é a vida.

 

Por fim, Francisco deixa aos novos casais um pequeno conselho: “É normal que os esposos briguem: é normal! Acontece sempre. Mas dou-vos um conselho: nunca deixeis terminar o dia sem fazer a paz. Nunca. É suficiente um pequeno gesto. E assim continua-se a caminhar”.

 

O matrimônio é símbolo da vida real, não é uma ‘ficção’, reforçou o Santo Padre. “É sacramento do amor de Cristo e da Igreja, um amor que tem na Cruz a sua confirmação e garantia. Desejo a todos vocês, um bonito caminho, um caminho fecundo, que o amor cresça. Desejo felicidades. Existirão cruzes, mas Deus estará ali, para conduzir adiante”.

 

Fonte: rádio Vaticano.

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                                                                "Padre, o que você acha da comunhão aos divorciados que voltaram a casar?"

 

Um sacerdote responde às dúvidas e perguntas de alguns paroquianos sobre o tema de grande atualidade, à luz do Magistério da Igreja

 

 Por Pe. Antonio Grappone

 

ROMA, 11 de Setembro de 2014 (Zenit.org) - O divorciados recasados não podem receber a comunhão porque são mais pecadores do que os outros?

 

Não, o problema é a dimensão pública: o divorciado recasado vive publicamente em contradição com o sacramento do matrimônio. Todos os sacramentos, e a Comunhão em especial, manifestam (tornam pública) a plena adesão à Cristo e à Igreja; o divorciado recasado de fato nega publicamente esta comunhão, independentemente das intenções subjetivas que tenha, porque vive em contradição com o sacramento que ele mesmo, livremente, celebrou: esta contradição depende exclusivamente dos seus comportamentos e não de qualquer ação disciplinar da Igreja. Conceder os sacramentos nestas condições resultaria uma negação da missão salvífica da Igreja, que é necessariamente pública, que é necessariamente pública. Porém, isso não exclui de nenhuma forma os divorciados recasados de todos aqueles atos que não envolvam um compromisso público na comunidade cristã, nem constitui um juízo sobre o estado de sua alma.

 

Portanto, o sacerdote não pode absolver um divorciado recasado que se confessa?

 

Com certeza deve absolve-lo se o penitente decidiu viver com o novo “cônjuge” como irmão e irmã, não mais como marido e mulher, e isso também com eventuais quedas por fraqueza, porque é a intenção que conta. Além do mais deve ser absolvido também se manifesta sinais de autêntico arrependimento com relação ao segundo casamento, embora ainda não se sinta capaz de tomar a decisão acima, porque está abrindo-se à graça e, portanto, deve ser apoiado. O papel do confessor é importante: por um lado deve avaliar a força do arrependimento, por outro, com sua caridade e uma palavra esclarecedora, pode levar o pecador ao arrependimento. Os santos confessores são capazes de absolver quase sempre, não porque sejam “laxistas”, mas porque sabem suscitar a dor pelos pecados.

 

Os divorciados que voltaram a casar nunca mais poderão receber a comunhão?

 

Podem recebe-la se receberam a absolvição sacramental, como nos casos mencionados anteriormente, especialmente quando decidiram viver como irmão e irmã, por amor a Cristo, o que é desejável e totalmente possível com a ajuda da graça. Neste caso, longe de ser raro ou impossível, a sua própria relação se tranquiliza e se tornam um exemplo edificante para os próprios filhos. Para evitar criar confusão entre o povo de Deus, é importante que eles frequentem os sacramentos nas

 

comunidades onde a situação de divorciados recasados não seja conhecida.

 

O sacerdote pode negar a Comunhão a quem se apresenta publicamente para recebê-la?

 

Não. Só se nega a Comunhão quando haja um julgamento público que exclui a possibilidade de receber os sacramentos (excomunhão, interdito), e o sacerdote tem certeza de que não tenha sido revogada, ou também quando aquele que se apresenta para receber o faz abertamente para ridicularizar ou como desafio da comunidade cristã. Aproximar-se ou não da Eucaristia, na verdade, depende da consciência de quem comunga: um divorciado casado de novo que não se arrependeu deveria avaliar por ele mesmo a inadequação de receber os sacramentos. O sacerdote não deveria tomar o lugar da consciência dos fieis; não sabe se houve um arrependimento sério (contrição) e de qualquer forma deve evitar ferir publicamente um pessoa, uma vez que resultaria em um dano espiritual maior.

 

Então, o que pode fazer um sacerdote para evitar que um divorciado recasado não arrependido receba a comunhão?

 

De momento, nada. Se conhece a pessoa pode, na forma adequada e oportuna, instruí-lo sobre a disciplina da Igreja, que é exercício de misericórdia também quando tem que dizer não.

 

Que sentido faz a comunhão de um divorciado recasado não arrependido?

 

Não faz sentido, e é espiritualmente prejudicial. Recebemos os sacramentos para viver como filhos de Deus, na santidade, ou, pelo menos, para irmos naquela direção; não se trata de um direito subjetivo, nem serve para nos confirmar em nossas escolhas, como uma espécie de atestado de boa conduta ("o que faço de errado?"), e muito menos para atender às necessidades "místicas." Tal atitude desvaloriza os sacramentos, reduzindo a vida cristã à dimensão das misérias humanas e nada mais, e os sacramentos a um "consolo" só psicológico que cobre as feridas sem curá-las: um pietismo ilusório que termina roubando a esperança de uma vida nova.

 

Então, por que se criou o debate sobre a comunhão para os divorciados recasados?

 

Porque existem problemas reais. A causa principal deve ser reconhecida no fato incontestável de que estamos celebrando muitos matrimônio nulos: “cerimônias” na igreja, não um verdadeiro sacramento, porque os esposos, que são os celebrantes, muitas vezes, no atual contexto cultural, não amadureceram a consciência mínima do que seja o matrimônio. Bento XVI, em 2011,  apontou este problema, mas até agora foi ignorado. Assim, muitas vezes, tem-se a situação paradoxal de quem se casou na Igreja de forma só aparente e, em seguida, realizou um matrimônio civil, dessa vez sim com as intenções certas, mas, obviamente, sem a forma canônica, portanto, permanecendo excluído dos sacramentos. O recurso aos tribunais eclesiásticos hoje é a única solução, mas não deveria ser o caminho normal, o caminho da maioria! De fato, nesse caso só a lei eclesiástica impede de receber os sacramentos. A forma canônica é uma obrigação introduzida pelo Concílio de Trento para evitar os abusos de então, hoje, porém, não raro, a lei acaba estando em desacordo com a realidade. Por isso é urgente repensar toda a questão.

 

Fonte: ZENIT.

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b2ap3_thumbnail_interce03.jpgO intercessor precisa combater o mal em sua vida para remover os bloqueios que o impedem de ver com olhos espirituais e, para isso, é preciso tomar a decisão de lutar contra tudo que o afasta de Deus.

 

A palavra combate pode ser traduzida como o ato de fazer guerra, lutar contra. No sentido espiritual, combate é fazer guerra contra os inimigos que tentam nos afastar de Deus. É a luta espiritual que em certo sentido se dá sempre quando oramos. Esta é a luta permanente que todo o cristão enfrenta contra a sua própria natureza, contra o mundo e contra o demônio.

 

"Nossa vida é um combate espiritual com espíritos malignos invisíveis. Eles nos provocam através de nossas fraquezas e paixões e nos incitam a desobedecer aos mandamentos de Deus. Quando olharmos com discernimento, descobriremos que para toda paixão há uma cura, um mandamento oposto; portanto, os inimigos da humanidade tentam nos afastar desta cura salvadora" (São Macário).

 

São Paulo afirma que este combate se trava contra nós (cf. Ef. 6,12). Sim, estamos em combate, e como bons combatentes precisamos estar aparelhados e bem treinados sabendo que o Senhor nos concede os meios necessários para nos preparar devidamente. É necessário, no entanto, permanecer firme sem jamais desanimar como nos orienta a Palavra de Deus em Efésios 6,10 – “fortalecei-vos no Senhor” quer dizer: adquira força espiritual.

 

Mas, fiquemos em alerta, o mal anda ao redor, buscando a quem possa devorar (cf. I Pe. 5,8) e lembre-se que ao nos tornar cristãos, entramos diretamente num antigo campo de batalha onde temos à nossa frente um triplo inimigo: o mundo, a carne e o demônio. Para vencê-los precisamos entender tudo quanto pudermos sobre eles, afinal nenhum general vai à batalha sem conhecer as estratégias do seu inimigo.  Vamos então, rapidamente examinar cada um deles:

 

Primeiro, o mundo. Quando a Bíblia fala “do mundo” neste contexto, refere-se ao sistema culpado, rebelde, do mundo. É o mundo que gosta das trevas e odeia a luz (Jo 3,20), que é dirigido “pelo deus deste século” (II Cor 4,4), “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2,2).

 

O segundo inimigo é o demônio. Ele é conhecido como “o deus deste século”. Era o nosso pai espiritual antes de pertencermos à família de Deus pelo santo Batismo (cf. Jo. 8,44; Ef. 2,2-3). Jesus o definiu como um ladrão que vem para “matar, roubar e destruir” (cf. Jo. 10,10).

 

O terceiro inimigo é aquilo a que a Bíblia chama “a carne”. É a nossa natureza culpada. O campo de batalha é o nosso pensamento. Se você tem um pensamento ávido, será atraído pelo mundo e por todo o seu pecado. O pensamento é o centro de tratamento de dados para os olhos e os ouvidos. É o centro dos seus apetites. Qualquer pecado tem a sua raiz “no coração” (cf. Mt. 15,19) e sempre fazemos uma escolha antes de pecar. O pecado se concretiza, porque não refletimos antes de pecar. A Bíblia avisa que a cobiça precede o pecado e o pecado, quando é concebido, conduz à morte. Cada dia da nossa vida, temos que fazer uma escolha: Pecar ou não pecar, eis a questão! Eis aí o combate do dia-a-dia!

 

Na Palavra de Deus e na vida dos santos da Igreja encontramos muitas dicas importantes e práticas sobre como combater estes inimigos. Em Efésios 6,13-18 encontramos uma descrição da armadura espiritual que Deus nos concede. Devemos resistir firmes com o cinturão da verdade, a couraça da justiça, o Evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito e a oração.

 

Tudo isso nos fortalecem, nos dão discernimento e abrem os nossos olhos espirituais para que enxerguemos o inimigo e suas astúcias para obtermos êxito em combatê-lo. São, portanto, armas poderosas e imprescindíveis no combate espiritual.

 

Desta forma teremos removido os principais bloqueios que nos impedem de ver com os olhos de Deus e que nos deixam paralisados nos impedindo de exercer a intercessão profética em favor dos irmãos. Não podemos descansar, dormir ou cochilar! Devemos orar e vigiar, em todo o tempo para nos mantermos íntegros e abertos às inspirações do Espírito de Deus.

 

Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão

 

 

 

INTENÇÕES PARA ESTE MÊS

 

1.    Para que cesse a violência no Brasil e no mundo.

 

2.    Pelas eleições para deputados, governadores e presidente no Brasil em outubro.

 

3.    Pela unidade entre todos os membros da RCC do Brasil.

 

4.    Pelos próximos eventos de evangelização da RCCBRASIL:

 

       - Encontro Nacional de Intercessão Profética nos dias 25 a 28/09 em Aparecida/SP.

 

       - Congresso Nacional do Ministério de Pregaçãonos dias 17 a 19/10 em Barueri/SP.

 

5.    Pela Reunião de Oração do seu Grupo de Oração (pelo pregador, dirigente, músicos e demais servos e pelas pessoas que participam da Reunião de Oração).

 

6.    Pelos Grupos de Oração na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.

 

7.    Pelos Ministérios da RCC no seu Grupo de Oração, Diocese, Estado e no Brasil.

 

8.    Pelas necessidades espirituais e financeiras dos escritórios diocesano, estadual e nacional da RCC.

 

9.    Pelos projetos da RCC na Diocese, no Estado, no Brasil na América Latina e no Mundo.

 

10.  Pelos eventos de evangelização da RCC no seu Grupo de Oração, na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil.

 

11.  Pela Reunião dos Conselhos Diocesano, Estadual e Nacional neste ano.

 

12.  Pelas coordenações do seu Grupo de Oração, da RCC na sua Diocese, no seu Estado e no Brasil (Coordenadora Nacional: Katia Roldi Zavaris e sua família).

 

13.  Pela Santa Igreja, pelo Santo Padre, o Papa Francisco, pelo seu Bispo diocesano, pelos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas e pelos Seminaristas.

 

14.  Pelas casas de missão da RCCBRASIL e pelos missionários e missionárias.

 

15.  Pela construção da Sede Nacional da RCC do Brasil e pelos seus colaboradores.

 

16.  Para que todos os membros da RCC do Brasil se abram para a moção da Reconstrução.

 

 

 

 

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Francisco ressaltou que o homem não faz seu caminho sozinho, pois Deus optou por caminhar com ele ao longo da história

 

Da Redação, com Rádio Vaticano

 

“Olhando para a história de Maria, perguntemos se deixamos que Deus caminhe conosco”. Esta foi a reflexão proposta pelo Papa Francisco na Missa desta segunda-feira, 8, na Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Natividade de Nossa Senhora. O Pontífice destacou que Deus está nas coisas grandes, mas também nas pequenas e tem paciência de caminhar com o ser humano, mesmo se este é pecador.

 

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Francisco destaca que Deus caminha com justos e pecadores / Foto: L’Osservatore Romano

 

Na homilia, Francisco falou da Criação e do caminho que Deus faz com o homem na história. Ao ler o livro do Gênesis, há o perigo de pensar em Deus como um “mágico” que fazia as coisas com uma “varinha mágica”. Porém, advertiu o Papa, não foi assim, pois Deus fez as coisas e as deixou andar conforme leis internas; deu ao universo autonomia, mas não independência.

 

“Porque Deus não é um mágico, é criador! Quando, no sexto dia, daquela história, chega à criação do homem dá uma outra autonomia, um pouco diversa, mas não independente: uma autonomia que é a liberdade. E diz ao homem para seguir adiante na história, faz dele o responsável pela criação, também para que a levasse adiante e, assim, chegasse à plenitude dos tempos. E qual era a plenitude dos tempos? Aquilo que Ele tinha no coração: a chegada do seu Filho”.

 

Deus predestinou todos a serem conforme a imagem do seu Filho e este é o caminho da humanidade, explicou o Santo Padre. Ele dirigiu o pensamento, então, para o Evangelho do dia, que fala da genealogia de Jesus. Trata-se de um elenco que conta com santos e pecadores, mas de toda forma a história segue adiante porque Deus quis que os homens fossem livres. Quando o homem usou mal a sua liberdade, Deus o expulsou do Paraíso, mas fez uma promessa e, com isso, o homem pôde sair do Paraíso com esperança.

 

“O homem não faz seu caminho sozinho: Deus caminha com ele. Porque Deus fez uma opção: optou pelo tempo, não pelo momento. É o Deus do tempo, é o Deus da história, é o Deus que caminha com os seus filhos, caminha com justos e pecadores”.

 

Ao mesmo tempo em que é grande, Deus está também nas coisas pequenas e caminha com cada um com paciência, disse Francisco. E assim, chega-se a Maria, pequena, santa, escolhida para se tornar a Mãe de Deus.

 

“Hoje podemos olhar para Nossa Senhora e nos perguntarmos: ‘Como eu caminho na minha história? Deixo que Deus caminhe comigo ou quero caminhar sozinho? Deixo que Ele me ajude, me perdoe, me leve adiante para chegar ao encontro com Jesus Cristo?’ Este será o fim do nosso caminho: encontramo-nos com o Senhor. (…) E assim podemos louvar o Senhor e pedir humildemente que nos dê a paz, aquela paz do coração que somente Ele pode nos dar, que somente nos dá quando deixamos que Ele caminhe conosco”.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

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Segundo Francisco,  a força da vida cristã está no momento em que o pecador encontra Jesus Cristo e esse encontro muda a vida

Da Redação, com Rádio Vaticano 

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 A força da vida cristã está no encontro entre os pecados do homem e Cristo que o salva. Onde não há este encontro, as igrejas são decadentes e os cristãos mornos. Estes foram os ensinamentos do Papa Francisco na Missa desta quinta-feira, 4, na Casa Santa Marta.

Francisco disse que em Pedro e Paulo o homem consegue entender que um cristão pode se vangloriar de duas coisas: dos próprios pecados e de Cristo crucificado. A força transformante da Palavra de Deus parte desta consciência, explicou. Assim, Paulo, na Primeira Leitura do dia, convida quem acredita ser sábio a reconhecer sua insensatez para se tornar sábio de verdade, já que a sabedoria do mundo é insensatez diante de Deus.

 

“Paulo nos diz que a força da Palavra de Deus, aquela que muda o coração, que muda o mundo, que nos dá esperança, que nos dá vida, não está na sabedoria humana. Isto é insensatez, diz ele. A força da Palavra de Deus vem de outro lado, passa pelo coração do pregador e por isto dizia àqueles que pregavam a Palavra: ‘Façam-se insensatos’, isso é, não coloquem a vossa segurança na vossa sabedoria, na sabedoria do mundo”.

 

Francisco explicou que o apóstolo Paulo não se gabava dos seus estudos, embora tivesse tido os professores mais importantes da época. Ele se vangloriava somente de seus pecados e de Cristo crucificado. O apóstolo dizia que a força da Palavra de Deus estava no encontro entre seus pecados e o sangue de Cristo salvador.

 

“Quando se esquece esse encontro que tivemos na vida nos tornamos mundanos, queremos falar das coisas de Deus com a linguagem humana, e não serve: não dá vida”.

 

Também Pedro, no Evangelho da pesca milagrosa, faz a experiência de encontrar Cristo vendo o próprio pecado. O Papa explicou que Pedro viu a força de Jesus e viu a si mesmo. Nesse encontro entre Cristo e os pecados está a salvação.

 

“O lugar privilegiado para o encontro com Jesus Cristo são os próprios pecados. Se um cristão não é capaz de sentir-se pecador e salvo pelo sangue de Cristo, este Crucifixo, é um cristão pela metade do caminho, é um cristão morno. E quando nós encontramos Igrejas decadentes, quando nós encontramos paróquias decadentes, instituições decadentes, seguramente os cristãos que estão ali nunca encontraram Jesus Cristo ou se esqueceram desse encontro”.

 

O Santo Padre enfatizou, então, que a força da vida cristã e a força da Palavra de Deus está justamente no momento em que o pecador encontra Jesus Cristo e esse encontro muda a vida, dando a força para anunciar a salvação aos outros.

 

Concluindo a homilia, Francisco convidou os fiéis a se perguntarem se eles se reconhecem pecadores diante de Deus. Ele também propôs que os fiéis pensem se realmente acreditam que o sangue de Cristo os salva do pecado e dá vida nova. “De que coisas um cristão pode se vangloriar? Duas coisas: dos próprios pecados e de Cristo crucificado”.

 

Fonte: Rádio Vaticano.

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b2ap3_thumbnail_images-papa.jpgToda vez que renovamos a nossa profissão de fé recitando o “Credo”, nós afirmamos que a Igreja é “una” e “santa”. É una porque tem a sua origem em Deus Trindade, mistério de unidade e de comunhão plena. Depois, a Igreja é santa, enquanto fundada sobre Jesus Cristo, animada pelo seu Espírito Santo, repleta do seu amor e da sua salvação. Ao mesmo tempo, porém, é santa e composta de pecadores, todos nós, pecadores, que fazemos experiência cada dia das nossas fragilidades e das nossas misérias. Então, esta fé que professamos nos impele à conversão, a ter a coragem de viver cotidianamente a unidade e a santidade, e se nós não somos unidos, se não somos santos, é porque não somos fiéis a Jesus. Mas ele, Jesus, não nos deixa sozinhos, não abandona a sua Igreja! Ele caminha conosco, Ele nos entende. Entende as nossas fraquezas, os nossos pecados, perdoa-nos, sempre que nós nos deixamos perdoar. Ele está sempre conosco, ajudando-nos a nos tornarmos menos pecadores, mais santos, mais unidos.

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Por Joseph Ratzinger,
Glaube und Zukunft, 1970
“A mim parece seguro que à Igreja a aguardam tempos muito difíceis. A sua verdadeira crise apenas começou.”
O futuro da Igreja pode vir e virá também hoje só da força daqueles que têm raízes profundas e vivem da plenitude pura da sua fé. O futuro não virá daqueles que só dão receitas.

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Deus nos deu a capacidade de destruir qualquer forte que o pirata mais poderoso já tenha construído em nossa vida

“As reuniões para oração coletiva têm resultado em tremendas respostas à oração. Além das respostas específicas, há sempre grandes benefícios espirituais à medida que todos aqueles que estão orando aprendem a persistir mais efetivamente”, disse Dr. Duewel L. Duewel, célebre missionário, pregador e escritor de renovação espiritual.

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Queridos irmãos e irmãs!

Nas catequeses anteriores vimos como a Igreja é um povo, um povo preparado com paciência e amor de Deus, e ao qual todos nós somos chamados a pertencer. Hoje eu gostaria de destacar a novidade que caracteriza este povo: é realmente um novo povo que se fundamenta na nova aliança estabelecida pelo Senhor Jesus com o dom de sua vida. Esta novidade não nega o caminho anterior, ou se opõe a ele, mas sim o leva adiante, o leva ao cumprimento.

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Há um costume na Igreja Católica no Brasil de dedicar anualmente o mês de agosto à reflexão a respeito de uma das dimensões fundamentais da vida cristã, a vocação. São João Paulo II chamou a vocação de um olhar de amor vindo de Deus para cada pessoa.

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O segredo da maioria das coisas é a forma como elas são administradas. A falta ou o excesso de elogios pode ser prejudicial em muitas situações.

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